terça-feira, 5 de agosto de 2014

TV Trabalho mostra os caminhos para quem quer atuar na aviação civil

Pilotos, comissários de voos e mecânicos precisam investir em formação.
Custos dos cursos são altos, mas bons salários são os maiores atrativos.

O TV Trabalho desta segunda-feira (4) mostra quais são os requisitos para quem quer atuar na área da aviação civil. Em Goiás, um dos cursos de Ciências Aeronáuticas é oferecido na Pontifícia Universidade Católica (PUC) e tem 3 anos e meio de duração. Desde 2004, mais de 300 comandantes se formaram no local.
Os salários são um dos principais atrativos da profissão. De acordo com o coordenador do curso na PUC, o comandante Raul Francé Monteiro, tem empresas que pagam mais de R$ 5 mil para iniciantes. “Esse é o salário básico, mas baixo pago hoje. Mas para conseguir salários mais altos os pilotos conseguem nos voos internacionais, quando a remuneração pode chegar a R$ 20 mil”, afirma.
Mas além de gostar das alturas, o futuro piloto precisa dominar a língua inglesa e passar por provas e exames de saúde. Também é exigida a habilitação para voar, conhecida como brevê. Para essa licença, os estudantes fazem cursos no Aeroclube de Goiás. “Aqui nós acompanhamos visualmente, todas as aeronaves, controle por rádio, o planejamento de voo, a parte de escala e toda a parte burocrática de segurança. E depois de realizado o voo, volta-se para saber se saiu tudo nos conformes, o que foi erro e o que foi melhorado”, explica o presidente do Aeroclube, o comandante Arsênio Neiva.
Cada hora de voo custa R$ 350. Com 40 horas de voo, um piloto privado, que é aquele que não pode receber salário, se forma. Ao atingir 150 horas, o estudante se torna um piloto comercial.
Para Railla Siqueira Silva, que já completou o curso privado de avião, voar comercialmente é um sonho de infância. “Sempre via eles passando e tinha essa curiosidade de falar assim: nossa, um dia eu quero estar dentro deles. E nunca pensei em ser comissária, eu sempre pensei em estar a frente, pilotando, comandando aquela aeronave. Cresci com isso na cabeça”, conta.
Para ser piloto de helicóptero o investimento é mais caro, no entanto, os salários são cerca de 20% maior. Outra categoria em destaque em Goiás é para os pilotos agrícolas, que precisam de mais de 600 horas de voo. “Somos um serviço aéreo especializado. Chegamos a voar a apenas meio metro do chão, em determinadas situações, em meio a árvores, em rede de alta tensão”, explicou o piloto Jesuíno Valente.
O Aeroclube de Goiás também oferece cursos de mecânico e de comissário de bord
Veja o video no site G1

http://g1.globo.com/goias/noticia/2014/08/tv-trabalho-mostra-os-caminhos-para-quem-quer-atuar-na-aviacao-civil.html

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