quinta-feira, 17 de agosto de 2017

ROYAL AIR MAROC VAI VOAR DIRECTAMENTE PARA RIO DE JANEIRO E SÃO PAULO A PARTIR DO INVERNO


A Royal Air Maroc vai voar de Casablanca directamente para o Rio de Janeiro e para São Paulo, em rotas separadas, a partir de 29 de Outubro.
A companhia aérea marroquina, segundo uma informação aos sistemas globais de reservas, fará três voos por semana entre Casablanca e Rio de Janeiro e quatro voos por semana entre Casablanca e São Paulo.
Fonte:pressetur
As ligações serão ao Aeroporto Galeão, no Rio de Janeiro, e a Guarulhos, em São Paulo.

Agropecuária alavanca as vendas do setor de aviação executiva


São Paulo – A atual melhora do nível de vendas do setor de aviação executiva tem sido puxada por segmentos econômicos que estão sofrendo menos com a crise, como o de serviços e, principalmente, o de agronegócios. De acordo com a Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag), companhias de agricultura e pecuária registraram alta de 3% no número de aeronaves compradas no ano passado.
“O agronegócio se tornou um comprador sólido e tem potencial de crescer ainda mais”, disse o diretor de vendas de aeronaves da Líder Aviação – que representa a Honda Aircraft no País -, Philipe Figueiredo.
Por outro lado, as indústrias da construção civil e de óleo e gás praticamente deixaram de ser clientes. O presidente da Helibras, Richard Marelli, destaca que o segmento de helicópteros tem sofrido por ter focado muito na venda de equipamentos que atendiam plataformas de petróleo offshore. Em todo o mundo, a comercialização de helicópteros também caiu com a diminuição dos preço do petróleo verificada nos últimos anos, diz Marelli.
Para o executivo da Helibrás, os patamares de venda só atingirão níveis mais saudáveis depois de 2019. Marelli afirma que falta confiança no mercado, e que isso não vai melhorar antes da eleição presidencial. “Paramos de piorar, mas a subida é devagar, e o mercado só vai voltar de verdade quando a confiança for retomada.”
Figueiredo é ainda mais pessimista e só vê um crescimento mais acelerado para depois de 2020. “O que temos agora é um cenário melhor do que o de dois anos atrás, mas é uma melhoria amena. A concretização ficará para mais tarde.” A Líder comercializava entre 25 e 30 aeronaves antes da crise. Em 2016, os negócios caíram à metade.
Globalmente, o setor de aviação executiva também vive uma retração desde 2009.
fonte: Exame

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

TAP volta a usar Air Portugal a partir de 14 de setembro


A mudança será faseada e a primeira aeronave a ficar com a nova pintura deverá ser um A330-300. Companhia quer destacar-se na América do Norte

Doze anos depois da última mudança, a TAP vai voltar a usar a designação “Air Portugal” a partir de 14 de setembro. A companhia liderada por Fernando Pinto vai renovar a decoração dos aviões e fazer um rebranding da marca para reforçar a sua imagem na América do Norte. Segundo o Jornal de Negócios desta quarta-feira, a mudança será faseada e a primeira aeronave a ficar com a nova pintura deverá ser um A330-300. A empresa diz que a TAP “atravessa um momento de forte crescimento na América do Norte. Sentimos a necessidade de, em termos de marca, nos afirmarmos com um posicionamento mais forte de reconhecimento da companhia aérea, mantendo a forte associação a Portugal”, justifica a transportadora em declarações à mesma publicação.
Segundo o Jornal de Negócios desta quarta-feira, a mudança será faseada e a primeira aeronave a ficar com a nova pintura deverá ser um A330-300. A empresa diz que a TAP “atravessa um momento de forte crescimento na América do Norte. Sentimos a necessidade de, em termos de marca, nos afirmarmos com um posicionamento mais forte de reconhecimento da companhia aérea, mantendo a forte associação a Portugal”, justifica a transportadora em declarações à mesma publicação.

ETIHAD ‘FECHA A TORNEIRA DO DINHEIRO’ E AIR BERLIN ENTRA EM PROCESSO DE INSOLVÊNCIA

Lufthansa vai ficar com ‘partes’ da antiga rival

A Air Berlin, que se apresentava como a segunda maior companhia aérea alemã, declarou hoje ter-se colocado em processo de insolvência na sequência da comunicação pelo seu accionista de referência, a Etihad, do Abu Dhabi, de que não a iria continuar a financiar.
A comunicação da Etihad diz que os seus voos continuarão a operar, ao que as agências de notícias internacionais avançam graças a um financiamento de 150 milhões de euros por parte do governo alemão.
"Não haverá uma transferência da totalidade da Air Berlin para a Lufthansa, há partes do negócio que irão para a Lufthansa e há interessados em outras partes do negócio, pelo que não esperamos dificuldades com cartelização", declarou o ministro alemão dos Transportes, Alexander Dobrindt, ao explicar a acção do executivo.
"A Etihad notificou a Air berlin do facto de que não lhe providenciará qualquer suporte financeiro adicional", foi assim que a Air Berlin explicou porque avançou para o pedido de insolvência, enquanto a companhia do Abu Dhabi dizia que a situação na empresa alemã se tinha "deteriorado a um rimo sem precedentes, impedindo-a de superar os seus significativos desafios e de implementar soluções estratégicas alternativas".
O pedido de insolvência da Air Berlin é o segundo de uma grande companhia aérea europeia em menos de quatro meses, depois da Alitalia, que de novo avançou para a insolvência em 2 de Maio, a qual também pertencia ao que foi baptizado de Etihad Airways Partners, referindo-se à ‘colecção' de participações minoritárias que a Etihad formou sob a liderança do entretanto afastado CEO James Hogan.
As notícias das agêncas internacionais referem que o último financiamento da Etihad à Air Berlin, na qual tinha uma participação de 29% desde 2012, ascendeu a 250 milhões de euros em Abril último, acrescentando que, porém, a companhia alemã acumulou mais de 2,7 mil milhões de prejuízos nos últimos seis anos.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Administrador quer retomar pagamentos a ex-funcionários da Varig até outubro


O atual administrador judicial da Varig, advogado Wagner Bragança, pretende retomar, até outubro, os pagamentos aos ex-funcionários da companhia aérea, utilizando R$ 70 milhões da massa falida.
A massa falida de uma empresa é formada no momento em que é decretada a falência e consiste no acervo do ativo e passivo de bens do falido. 
Os pagamentos haviam sido suspensos por decisão da Justiça após acusação de que alguns beneficiários teriam recebido em dobro.
“Espero ter condição de, em pouquíssimos dias, analisar o processo para que seja retomado o rateio”, disse Bragança, que prestou depoimento hoje (15) à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), que investiga os desdobramentos da recuperação judicial e da falência da extinta companhia de aviação.
Wagner Bragança disse ainda que pretende resolver questões ligadas ao termo de rescisão do contrato de trabalho, uma vez que alguns ex-funcionários alegam ter recebido o documento em branco.
A assessora da Federação Nacional dos Trabalhadores em Aviação Civil da Central Única dos Trabalhadores, Graziella Baggio, defendeu que a maior parte (75%) do valor da indenização a ser paga pela União à massa falida da empresa – o equivalente a R$ 3 bilhões - seja destinada para o pagamento de aposentados e pensionistas do fundo de pensão Aerus (formado por ex-funcionários da empresa) e o restante para os trabalhadores que devem receber até 150 salários.
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter a decisão que condenou a União a indenizar a massa falida da Varig. O caso tramitava na Justiça há mais de 20 anos e tratava do congelamento de preços imposto para conter a inflação, durante a vigência do Plano Cruzado, entre 1985 e 1992. A Varig alegou que a medida causou prejuízos financeiros.
Após ouvir os depoimentos de hoje, o presidente da CPI, Paulo Ramos (Psol), reafirmou que permanece a suspeita de que o processo de venda da companhia sofreu fraudes, com objetivo de transferir o patrimônio da empresa para outros controladores. “E o sofrimento imposto para os trabalhadores foi muito grande, com a recuperação judicial que culminou com uma dívida muito maior que a inicial. Venderam ativos e continuaram com uma dívida muito maior”, disse.
Em depoimento, o ex-administrador judicial da empresa, Gustavo Licks, que decretou a falência da Varig em 2010, disse não ter dúvidas de que tomou a decisão acertada. Já o advogado Wagner Bragança informou que dentro de 80 dias deverá apresentar relatório sobre o processo de falência, após analisar todos os documentos. Uma nova reunião da CPI está prevista para a próxima terça-feira (22).
Para a assessora Graziella Baggio, que já presidiu o Sindicato Nacional dos Aeronautas, a CPI não deve resultar em mudanças em relação ao processo de falência da Varig. Segundo ela, há apenas um questionamento no Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre a aceitação ou não da falência. Ela disse ainda que o STJ já julgou o mesmo tipo de ação por diversas vezes com entendimento favorável à falência.

Edição: Carolina Pimentel
fonte: agenciabrasil


LATAM Airlines Brasil reduz tarifas para voos de ida a Madri


São Paulo, 15 de agosto de 2017 – A LATAM Airlines Brasil acaba de lançar nova promoção de passagens aéreas somente de ida em classe Economy para Madri, com saídas de diversas cidades brasileiras e preços a partir de R$ 1.231,05* (com todas as taxas inclusas). Os bilhetes aéreos em promoção podem ser adquiridos pelo site LATAM.com, lojas LATAM, LATAM Travel e agências de viagem. O valor (com todas as taxas inclusas) pode ser parcelado em até 12 vezes em qualquer cartão de crédito aceito pela companhia.
 
As ofertas em classe Economy estarão em vigor até as 23h59 de 17 de agosto, válidas para viagens a serem realizadas de 12 de novembro a 13 de dezembro deste ano. 
 
 
*Valores válidos para viagens de ida em voos internacionais operados pela LATAM Airlines Brasil, em Economy, sujeitos à disponibilidade de assentos, regras e restrições específicas no perfil de cada tarifa, para emissão de passagens até as 23h59h de 17/08/2017. Os preços em dólar (USD) serão convertidos pelo câmbio do dia da compra. Preços divulgados em reais, calculados pelo câmbio de R$ 3,1888 de 15/08/2017. Período válido de viagem: Origem – Destino: de 12/11/2017 a 13/12/2017. Promoção válida para todas as cidades do Brasil. Parcelamento em até 12 vezes, sendo até a 4ª parcela sem juros e a partir da 5ª parcela com juros, parcela mínima de R$ 35, válido para todos os cartões de crédito aceitos pela LATAM, de pessoa física e emitidos no Brasil, considerando exclusivamente o valor de tarifa anunciada, incluídos taxa de embarque e adicional de emissão, condição válida apenas para compras no site LATAM. As informações integrais e detalhadas sobre as regras/restrições das tarifas anunciadas, alteração de datas, reembolso, remarcação, cancelamento, vigência da viagem, descontos para crianças e pontuação no Programa LATAM Fidelidade estão disponíveis para consulta no site www.latam.com, lojas LATAM, LATAM Travel e demais canais de vendas (exceto central telefônica de vendas, LATAM Fidelidade e serviços).

LATAM Airlines Brasil
Relações com a imprensa

Azul firma acordo para compartilhar voos com a JetBlue


A companhia aérea Azul informou nesta terça-feira que firmou acordo de compartilhamento de voos com a norte-americana JetBlue.
O acordo de codeshare que começa esta semana permitirá conexões para destinos dos Estados Unidos operados pela JetBlue por meio dos aeroportos de Fort Lauderdale (Miami) e Orlando, para os quais a Azul opera voos diários a partir de São Paulo (Campinas) e Recife.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Azul apresenta resultados recordes no segundo trimestre


A  maior companhia aérea do Brasil em número de cidades e decolagens, anuncia hoje seus resultados para o segundo trimestre de 2017 (“2T17”). As informações financeiras apresentadas a seguir, exceto onde indicado, estão de acordo com as normas contábeis IFRS (International Financial Reporting Standards) e em Reais.

Destaques Financeiros e Operacionais do 2T17

{C}·         Azul registra lucro operacional de R$104,9 milhões, com margem de 6,1%, comparado com R$1,3 milhões no 2T16, margem de 0,1%. Este foi o melhor desempenho num segundo trimestre para a Azul.
{C}·         O EBITDAR aumentou em 41% para R$476,1 milhões, representando uma margem de 27,6%.
·         O prejuízo líquido totalizou R$33,9 milhões, o que representa uma melhora de R$86,2 milhões comparado com o 2T16.
{C}·         Os passageiros transportados (RPKs) aumentaram em 21% frente a um aumento de 18% na capacidade, resultando em uma taxa de ocupação de 80,9%, aumento de 1,9 pontos percentuais comparado com o 2T16.
{C}·         Adicionalmente ao crescimento de dois dígitos na capacidade, a receita total por ASK (RASK) e a receita de passageiros por ASK (PRASK) aumentaram em 1,2% e 1,7% na comparação anual, totalizando 28,93 centavos e 24,92 centavos, respectivamente.
{C}·         As despesas operacionais por ASK excluindo combustíveis (CASK ex-fuel) diminuíram em 8,1%, enquanto que o CASK diminuiu em 4,9%, apesar do aumento de 11,2% no preço de combustível por litro.
{C}·         As despesas financeiras líquidas diminuíram em 33,8%, de R$168,8 milhões para R$111,8 milhões, devido ao menor custo médio da dívida e ao pagamento de empréstimos mais caros.
·         No final do 2T17, nossa posição de caixa¹ e recebíveis foi de R$3,0 bilhões, o que representa 42,4% da nossa receita dos últimos 12 meses.

{C}·         A frota operacional da Azul contava com 123 aeronaves no final do trimestre, incluindo 8 aeronaves de nova geração A320neo.
{C}·         Na comparação anual, o TudoAzul apresentou crescimento de 48% no seu faturamento bruto dos últimos dozes meses (excluindo a Azul).
{C}·         A Azul foi nomeada pelo sétimo ano consecutivo como a melhor aérea low-cost da América do Sul e bicampeã por melhor atendimento ao cliente na região pelo Skytrax Awards.
·         Azul foi a companhia aérea mais pontual no Brasil no 2T17, com uma taxa de pontualidade de 86,4% (de acordo com a FlightStats).
Relações com a Imprensa


LATAM Airlines Brasil é a companhia aérea oficial do Taste of São Paulo pelo segundo ano consecutivo


São Paulo, 14 de agosto 2017 – A LATAM Airlines Brasil participa pelo segundo ano consecutivo do maior festival de restaurantes do mundo, o Taste of São Paulo. O evento, repleto de atrações exclusivas e grandes nomes da alta gastronomia paulistana, acontece entre os dias 24 e 27 de agosto, no Clube Hípico de Santo Amaro.
 
A LATAM receberá seus clientes e parceiros em um espaço moderno, com um grande painel de led onde serão exibidos os principais produtos e serviços da companhia. Para o público geral, haverá uma atividade de interação chamada Conexão Gastronômica: os participantes que acertarem questões de um quiz sobre curiosidades do mundo da gastronomia ganharão presentes exclusivos e poderão concorrer a uma viagem com pontos Multiplus. Para os clientes LATAM Fidelidade, a companhia oferece também 15% de desconto na compra do ingresso (limitado a quatro unidades por CPF).
 
“Gastronomia e viagem são experiências prazerosas que estão diretamente conectadas. As pessoas não viajam apenas para conhecer novos lugares, mas também novos sabores, e conhecem  muito de uma região, de um país por meio de sua culinária. Com isso, decidimos ligar este evento de renome mundial a nossa marca, por estar diretamente vinculado ao bem-estar dos passageiros e aos negócios da empresa”, afirma Igor Miranda, diretor de Vendas, Marketing e E-Commerce da LATAM Airlines Brasil. 
 
Nesse contexto, o executivo lembra também que a LATAM acaba de lançar sua Nova Forma de Viajar, que além da compra de serviço a bordo e novos perfis de tarifa que possibilitam incluir serviços de acordo com a necessidade de cada passageiro, permite à companhia oferecer uma viagem cada vez mais personalizada. Dessa forma, a companhia dá liberdade para o cliente escolher desde a sua comida preferida, até a quantidade de bagagem pela qual vai pagar, montando assim uma experiência de viagem cada vez mais ajustada. 
 
“Com o Mercado LATAM, nosso novo cardápio de compra a bordo para voos domésticos, por exemplo, os clientes podem escolher como desejam desfrutar da sua experiência a bordo com uma seleção diversificada e deliciosa dos melhores sabores e aromais locais”, completa Miranda.

 LATAM Airlines Brasil
Relações com a imprensa

TAP BATE DELTA NA ROTA DE NOVA IORQUE - JFK E FAZ DISPARAR TRÁFEGO DE/PARA TORONTO


Canadá sobe a 3ª origem/destino intercontinental em Julho, ultrapassando Angola

A norte-americana Delta Airlines, que retomou a rota Lisboa - Nova Iorque JFK em finais de Maio, transportou em Julho 9.744 passageiros nessas ligações, o que lhe dá uma taxa média de ocupação acima de 95%, mas ainda assim ficou aquém da TAP, que de acordo com cálculos do PressTUR teve quase 60% dos passageiros que voaram nessa linha.
Dados do Aeroporto de Lisboa a que o PressTUR teve acesso indicam que em Julho 24.793 passageiros voaram entre Lisboa e Nova Iorque JFK nos dois sentidos, com um aumento em 79,9% ou 11 mil relativamente ao mês homólogo de 2016.
Tendo em conta que a Delta, que só tem essa rota no Aeroporto de Lisboa, somou 9.744 passageiros, e que a TAP é a sua única concorrente nessas ligações, a companhia portuguesa, que utiliza aviões de maior capacidade, terá somado nos seus voos de/para Nova Iorque JFK um total de aproximadamente 15 mil passageiros, com um aumento em 9,2% ou aproximadamente 1,2 mil face ao ano passado, apesar de ter passado a ter concorrência.
Os cálculos do PressTUR indicam ainda que a TAP, assim, transportou quase 60% dos passageiros que voaram entre Lisboa e Nova Iorque JFK, com os restantes cerca de 40% a viajarem com a Delta que retomou os voos de/para Lisboa em Boeing B757 de 164 lugares em 26 de Maio (para ler mais clique: Delta transporta 1,8 mil passageiros nos primeiros seis dias de voos de/para Lisboa).
Os dados do Aeroporto de Lisboa a que o PressTUR teve acesso indicam ainda que desde esse dia 26, a Delta já transportou de/para Lisboa 21.049 passageiros em 134 voos, o que lhe dá uma média de 157 passageiros por voo, que significa uma taxa média de ocupação próxima de 96%.
Esta entrada da Delta nessa rota e o facto de a TAP ainda assim continuar a aumentar passageiros nessas ligações é um dos factores que leva a que em Julho os Estados Unidos se consolidem como a segunda principal origem/destino intercontinental, com 106,5 mil passageiros e um aumento em 15,4% ou 14,2 mil.
Igualmente contribuíram, embora com aumentos mais modestos, os voos de/para Newark, para onde voam TAP e United, com +6,6% ou mais 1,7 mil, para 28,7 mil, e Boston, para onde voam TAP e SATA, com +3,5% ou mais cerca de 700, para 20,3 mil.
Os dados do Aeroporto não permitem ver no entanto os dados de tráfego nas rotas de Miami, Filadélfia, Washington e Providence, bem como, por companhia, não especifica os tráfegos de/para os EUA transportados por TAP e Azores Airlines (antiga SATA Internacional).
A informação permite ver apenas que além da Delta, com 9,7 mil passageiros, a United, que voa para Newark em concorrência com a TAP e para Washington, somou 22,2 mil passageiros em Julho, +3,2% ou mais cerca de 700 que há um ano, e a American, que voa para Fildafélfia, somou 8,7 mil, -2,9% ou menos cerca de 260 que há um ano.

Toronto ‘dispara’ para 34 mil passageiros no mês de Julho
No primeiro mês completo de operação da TAP entre Toronto e Lisboa, lançada a 10 de Junho com cinco voos por semana, esta rota, que também tem voos da Air Azores (antiga SATA Internacional), da Air Transat e Air Canadá, alcançou em Julho o máximo de 34.048, +47,1% ou mais 10,9 mil que há um ano.
Os dados a que o PressTUR teve acesso apenas permitem identificar que a Air Canadá, que só tem essa rota para Lisboa, transportou cerca de 35% desses passageiros, num total de 11.786, -3,5% ou menos cerca de 430 que há um ano.
Os mesmos dados mostram que em Julho a Air Transat transportou de/para Lisboa 19.883 passageiros, com um aumento em 17,1% ou 2,9 mil relativamente a Julho de 2016, mas não é possível destrinçar quantos passageiros voaram nos seus voos de/para Toronto e de/para Montreal.
Igualmente, não é possível aferir quantos dos 1,337 milhões de passageiros que a TAP transportou de/para Lisboa em Julho voaram na linha de Toronto e o mesmo se passa com os 64,3 mil transportados pela Azores Airlines.
Independentemente dessa contabilidade por companhias, os dados obtidos pelo PressTUR mostram que com 44.232 passageiros, o Canadá subiu a 3ª principal origem/destino intercontinental, atrás apenas do Brasil e Estados Unidos, ultrapassando Angola, cujas ligações somaram 41.372 passageiros.
A subida do Canadá decorre de um aumento de passageiros em 42,7% ou 13,2 mil, enquanto o crescimento nas ligações com Angola foi em 9,6% ou 3,6 mil.
No conjunto dos primeiros sete meses do ano, no entanto, Angola mantém a 3ª posição, com 263,6 mil passageiros (+25,8% ou mais 54 mil que há um ano), enquanto o Canadá, com 113,4 mil passageiros (+47,2% ou mais 36,4 mil) é apenas 7ª, depois também de Cabo Verde, com 208 mil (+17,9% ou mais 31,6 mil que há um ano), Marrocos, com 170,7 mil (+91,7% ou mais 81,6 mil), e Emirados Árabes Unidos, Dubai, com 149,4 mil (-23% ou menos 44,5 mil que há um ano).
 Pressetur

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Taxa de ocupação em voos da Gol cai para 81,9% em julho

São Paulo – A taxa de ocupação nos voos da Gol Linhas Aéreas recuou 1,3 ponto percentual em julho ante o mesmo mês de 2016, para 81,9 por cento, refletindo um pior desempenho no mercado doméstico, disse a empresa em comunicado nesta quinta-feira.
A oferta total de assentos da Gol subiu 7,9 por cento nos voos domésticos e internacionais, enquanto a demanda aumentou 6,3 por cento, levando à queda na taxa de ocupação.
No mercado doméstico, a taxa de ocupação caiu 1,7 ponto percentual para 82,6 por cento, com aumento de 7,9 por cento na oferta e de 5,8 por cento na demanda.

Por outro lado, a oferta em voos internacionais aumentou 8 por cento, enquanto a demanda subiu 10,2 por cento no mês passado, elevando a taxa de ocupação em 1,6 ponto percentual para 77 por cento.

AIR EUROPA PERSPECTIVA ‘VIDA MAIS DIFÍCIL’ PARA A TAP NO BRASIL


A companhia espanhola Air Europa, do grupo Globalia, que já chegou a anunciar que pretendia instalar um hub de ligações entre a América Latina e a Europa em Salvador da Bahia, tem planos agora para reforçar a presença no Brasil com voos para Recife e, eventualmente, Rio de Janeiro e Puerto Iguazú.
A “alta cúpula” do grupo Globália, incluindo o CEO Javier Hidalgo, filho do fundador, esteve em São Paulo “para compartilhar seus investimentos de longo prazo, e prometeu para o fim deste ano o lançamento de uma rota Madrid-Recife”, escreve o “Panrotas”.
A notícia acrescenta que segundo o director de Desenvolvimento Internacional da Globalia, Lisandro Menu Marque, “essa conexão já é um “namoro” de um bom tempo da Air Europa”.
Aliás, acrescenta a notícia do “Panrotas”, antes de São Paulo, os dirigentes do grupo espanhol reuniram-se com o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, o prefeito de Recife, Geraldo Júlio, e dirigentes do sector de Turismo para falarem da nova rota entre Madrid e Recife que, segundo indicado poderá contar com “duas ou três” ligações por semana.
Os planos então anunciados, e dos quais deixou de fazer parte o hub em Salvador, destino por onde a Air Europa ‘entrou’ no Brasil, também incluem a possível abertura de uma rota entre Madrid e o Rio de Janeiro, na qual já está a Iberia.
O “Panrotas” escreve que “a Air Europa também deve acrescentar um quarto novo destino no País”, referindo-se precisamente ao Rio de Janeiro, para onde já voou até 2009.
Diz o “Panrotas” que o director da Air Europa “revelou” estar em “negociação para lançar uma “rota compartilhada” que liga Madrid à capital fluminense e Puerto Iguazú”.
Dados de tráfego da gestora dos aeroportos espanhóis AENA a que o PressTUR teve acesso mostram que nos primeiros cinco meses deste ano o movimento de passageiros em voos de/para o Brasil caiu 3% ou 12,6 mil, para 403,7 mil, com -1% ou menos 3,4 mil nas ligações de Madrid e Barcelona com São Paulo, para 328,5 mil, -26,2% ou menos 15,4 mil na rota Madrid - Rio de Janeiro, para 43,4 mil, e +24,5% ou mais 6,2 mil, para 31,8 mil, na rota Madrid - Salvador.
A Air Europa está na rota Madrid - São Paulo, disputada também pela LATAM Brasil (antiga TAM) que teve um decréscimo de passageiros em 0,3% ou 234, para 93,1 mil, Iberia e Air China, relativamente às quais os dados disponíveis não especificam quantos passageiros transportaram nessa rota.
Já na rota de Salvador a companhia espanhola não tem mais concorrência em Espanha, mas disputa o tráfego com a TAP, que tem como uma das suas forças captar passageiros em vários mercados europeus para as suas ligações com o Brasil e Espanha, pela proximidade, sempre foi uma das origens ‘mais promissoras’.
Fonte: presstur

Para a Avianca, a saída está no exterior


Santiago – A companhia aérea Avianca virou notícia há duas semanas quando decidiu cancelar seus voos a Caracas na esteira do acirramento da crise econômica e política do país. Isso não significa um recuo na estratégia internacional da companhia, como ficou claro nesta segunda-feira. Em Santiago, no Chile, o presidente da Avianca Brasil, José Efromovich, anunciou a nova rota da empresa, ligando o Chile a São Paulo.
Os dois voos diários para a capital chilena com aeronaves Airbus são parte do processo de expansão de destinos e internacionalização da Avianca, projeto que começou a ganhar forma em julho deste ano, quando a empresa passou a voar para Miami, nos Estados Unidos (o destino de Bogotá, na Colômbia, já funcionava como hub da empresa há alguns anos). “A crise econômica fez com que adiássemos os planos desde 2015. Ainda não acho que este é o cenário mais favorável do Brasil, mas achamos que era hora de voltar a investir”, afirmou. O próximo destino deve ser Nova York, no fim do ano.
Quarta maior empresa aérea do país, a Avianca foi a única a crescer no primeiro quadrimestre deste ano entre as quatro brasileiras – com alta de 15,3%– e taxa de ocupação superior ao mercado, de 85,6%. Com 240 decolagens diárias e 50 aeronaves, a previsão é que a Avianca Brasil transporte 11 milhões de passageiros no país, ante 9,4 milhões em 2016 – o que garantiu 13% de participação e o quarto lugar no mercado.
Seus investimentos em novas rotas internacionais reforçam a estratégia das três maiores concorrentes: Azul, Gol e Latam. Para driblar a crise de passageiros no Brasil, todas elas buscam aumentar sua malha de voos internacionais. A previsão de consultores é de que cerca de 89 milhões de passageiros sejam transportados em voos domésticos esse ano, mesmo número que em 2016. A expectativa do setor, antes do agravamento da crise econômica, era de que ao menos 100 milhões de pessoas andassem de avião neste ano.
A Avianca vai aproveitar o período difícil do setor para também tirar da gaveta outro antigo projeto: ser incorporada pela holding colombiana – a família Efromovich comprou a Avianca, com sede na Colômbia, em 2004. Desde o início deste ano, uma equipe multidisciplinar da Avianca Holdings, que opera com sede na Colômbia, e da Avianca Brasil, preparam os trâmites para a união. “O banco UBS está ajudando na formatação desse negócio e queremos que esteja com tudo pronto até o final deste ano”, diz.
Com a incorporação da Avianca Brasil na holding, a empresa estaria automaticamente listada na Bolsa de Valores de Nova York e na Bolsa de Bogotá, na Colômbia, e deixaria de ser a única aérea brasileira fora do mercado de capitais. O negócio, explica Efromovich, não mudaria a estrutura societária, para ficar em acordo com as leis do mercado brasileiro, que limita a participação estrangeira em companhias de aviação. “Ainda não cogitamos a Bovespa, mas é um projeto em vista”, diz Efromovich.
O objetivo da união, segundo o executivo, não se baseia na necessidade de fomentar o caixa da companhia brasileira. “Estamos em uma situação financeira estável. Tivemos Ebitda positivo em 2015 e 2016 e este ano prevemos nosso primeiro lucro desde o começo da operação”, afirma. “A união das empresas traz sinergias importantes e robustez ao negócio”. Acompanhe: A SONDA te explica para que serve o EBITDA Patrocinado 
Baixo custo? 
Enquanto prepara a nova fase da companhia, Efromovich exerce um papel de conselheiro dos negócios, uma vez que a operação é tocada no dia-a-dia por Frederico Pereira, presidente da Avianca Brasil. “Meu foco é a questão estratégica, cuidar para que a nossa essência seja mantida”, afirma. E a essência, segundo ele, em nada tem a ver com uma companhia de baixo custo. “Não temos pretensão de ser a empresa com passagens mais baratas, nossa meta é ter o preço mais competitivo com serviços de qualidade”, diz.
Por isso, ele nem pensa em rever a questão de servir comida a bordo de graça, assim como fizeram as concorrentes. “Nunca fiz questão de saber detalhadamente quanto gastamos servindo alimentos, mas garanto que isso não faz uma grande diferença no caixa quando comparada a satisfação dos clientes”, afirmou.
Outro ponto em que a Avianca se mantém de fora das convenções do mercado, ao menos por enquanto, é a questão das bagagens. A empresa desenha um programa de precificação para beneficiar quem leva menos bagagens, mas fará isso em cerca de três meses.
Neste cenário de menos passageiro e mais competição, a verdade é que não é um bom momento para desagradar os clientes – e também é uma ótima hora para encontrar novas frentes de crescimento fora do Brasil. Na concorrente Latam, por exemplo, o tráfego internacional de passageiros representou aproximadamente 59% do total de passageiros em julho. Depois de dois anos ensaiando o que fazer fora do Brasil, a Avianca corre tenta acelerar seus planos internacionais – menos na Venezuela, evidentemente.
fonte: Exame

LATAM implementa seu novo serviço de bordo em mais seis destinos dentro do Brasil

Guarulhos, Ilhéus, Marabá, Palmas, Porto Seguro e Salvador contarão com a variedade de produtos do Mercado LATAM

O Mercado LATAM, novo serviço de alimentação a bordo da LATAM, estreou ontem dia (10) em mais seis bases brasileiras. Voos que tenham como origem ou destino os aeroportos de Salvador, Porto Seguro e Ilhéus (BA), Marabá (PA), Palmas (TO) e São Paulo/Guarulhos (SP)* e que liguem essas cidades a uma das 12 localidades brasileiras onde a LATAM já iniciou a oferta de produtos poderão desfrutar do variado cardápio de produtos de venda a bordo.A previsão é tê-lo em toda a malha aérea doméstica ainda em agosto.
O Mercado LATAM já foi implementado também em voos que operam em Bauru, Ribeirão Preto e São Paulo/Congonhas (SP), Brasília (DF), Rio de Janeiro/Galeão e Santos Dumont (RJ), Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Santarém (PA) e também em voos internos na Colômbia, Peru, Chile, Argentina e Equador.  



O cardápio do Mercado LATAM no Brasil traz produtos tipicamente nacionais, como o brigadeiro, o bolo de banana, entre outras opções. São  52 produtos de excelente qualidade e alternativas para os mais variados gostos e preferências. A oferta de comida fresca também é ampla: sanduíches, wraps, saladas e diversas alternativas para o café da manhã, bebidas quentes e frias, snacks salgados e doces, menu para crianças, vegetarianos, veganos, comida kosher, opções para celíacos e pessoas com intolerância à lactose, além de um bar com espumante, vinhos e cervejas, entre outros.

  
Os produtos podem ser adquiridos de forma avulsa com preços a partir de R$ 4, ou por meio de um dos combos, oferecidos a partir de R$ 14, com pagamento em dinheiro ou no cartão de crédito – Visa ou Mastercard.
 
A previsão é de que o cardápio seja renovado duas vezes ao ano, com manutenção dos produtos mais bem aceitos e melhor avaliados pelos clientes. 
 

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Gol registra prejuízo e Ebtidar maiores que o esperado para o 2º trimestre


O prejuízo líquido da Gol Linhas Aéreas de R$ 406,3 milhões no segundo trimestre deste ano ficou 30,43% acima das perdas de R$ 311,5 milhões estimadas por analistas de mercado, segundo a média das projeções de quatro instituições financeiras consultadas na Prévia Broadcast (JP Morgan, Morgan Stanley, BTG Pactual e Safra).
O Ebitdar (lucro operacional antes de juros, impostos, depreciação, amortização e custos com leasing de aeronaves) de R$ 386,3 milhões ficou 39,7% acima dos R$ 276,5 milhões projetados pela média das estimativas.
A receita líquida operacional de R$ 2,234 bilhões, por sua vez, ficou em linha com os R$ 2,223 bilhões projetados.
O Broadcast considera que o resultado está em linha com as projeções quando a variação para cima ou para baixo é de até 5%.
Custo operacional
A Gol registrou no segundo trimestre deste ano uma leve alta de 0,7% em seu custo operacional por assento disponível por quilômetro – conhecido no jargão setorial como CASK -, de 21,14 centavos de real, ante os 21 centavos de real anotados no segundo trimestre do ano passado. O CASK excluindo despesas com combustível (CASK ex-combustível) entre abril e junho deste ano foi de 15,11 centavos de real, queda de 2,5% na mesma comparação.
O CASK ajustado, que exclui os resultados não recorrentes com o retorno de aeronaves em arrendamento financeiro e operações de “sale-leaseback”, foi de 21,03 centavos de real no segundo trimestre, alta de 1,1% na base anual. Já o CASK ex-combustível ajustado somou 15,00 centavos de real, montante 2% menor na mesma base de comparação.
Yield e PRASK
O yield líquido, isto é, o valor médio pago por um passageiro para voar um quilômetro, ficou em 23,19 centavos de real no segundo trimestre deste ano, uma alta de 4,8% em relação ao mesmo período do ano passado.
Já o PRASK líquido, ou seja, a receita de passageiros dividida pelo total de assentos-quilômetro disponíveis, ficou em 18,06 centavos de real, 8,5% maior na comparação com igual etapa de 2016l. O RASK líquido (receita operacional dividida pelo total de assentos-quilômetro oferecidos), por sua vez, somou 21,38 centavos de real, avançando 10,2% em um ano.
Receitas auxiliares
Serviços que não fazem parte da atividade principal da Gol impulsionaram a receita no segundo trimestre deste ano. As receitas com transporte de cargas e outros serviços auxiliares cresceram 16,7% entre abril e junho deste ano e totalizaram R$ 347,7 milhões, contribuindo para a alta de 7% das receitas operacionais líquidas da companhia no segundo trimestre, ante igual etapa do ano passado.
A Gol explicou que a expansão dessas receitas auxiliares se deveu ao aumento em 10,2% das receitas de cargas e encomendas domésticas e à expansão das receitas do programa Smiles com resgates de prêmios em 49,5% no trimestre.
Já o transporte de passageiros subiu 5,3% na comparação anual, para R$ 1,886 bilhão, 84,4% da receita líquida total. Segundo a companhia, a tarifa média aumentou 6,7%, de R$ 244 para R$ 260, enquanto o yield aumentou 4,8%, para 23,19 centavos de real por passageiro-quilômetro.
Nesta linha, destaque para o aumento das entradas com passageiros internacionais, que somaram R$ 316,2 milhões, alta de 8,5% frente o reportado no mesmo período do ano passado. Com isso, o passageiros internacionais já representam 14,2% do total. A Gol salientou, ainda, o aumento de 32,1% com receitas de passageiros interline provenientes de voos domésticos.
Entre abril e junho, a companhia aérea registrou um crescimento de 1,2% na demanda doméstica, enquanto a capacidade foi reduzida em 1,8%, o que propiciou um aumento de 2,3 pontos porcentuais da taxa de ocupação, para 78,3%. No período, a empresa transportou 6,9 milhões de passageiros no trimestre pelo País, o que representou um avanço de 0,1% quando comparado com o mesmo período de 2016.
No mercado internacional, a demanda recuou em 5,7% na comparação anual, enquanto a oferta recuou 11,9% no mesmo período, levando a um aumento de 4,8 p.p. na taxa de ocupação, para 74,2%. Entre abril e junho, a Gol transportou 398 mil passageiros no mercado internacional, uma retração de 5% em comparação ao segundo trimestre de 2016.
fonte: Istoe