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quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Caso Varig mais informações: Plenário rejeita embargos de declaração da União e do MPF

  Foto: Alexandre Barros


O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu, na sessão desta quinta-feira (3), o julgamento dos embargos de declaração apresentados no Recurso Extraordinário (RE) 571969, por meio do qual a União e o Ministério Público Federal (MPF) buscavam reverter decisão que garantiu à Viação Aérea Rio-Grandense (Varig) o direito à indenização pelo congelamento das tarifas aéreas ocorrido durante o Plano Cruzado, entre outubro de 1985 e janeiro de 1992. Em março de 2014, o STF negou provimento ao recurso, mantendo decisão das instâncias antecedentes que reconheceram a responsabilidade da União quanto aos prejuízos suportados pela empresa em razão de planos econômicos.
Autor do pedido de vista, o ministro Gilmar Mendes apresentou seu voto e acompanhou a relatora do recurso, ministra Cármen Lúcia, pelo desprovimento dos embargos, por entender que o objetivo da União não foi provocar qualquer esclarecimento do Plenário, mas sim modificar o conteúdo do julgado, afastando sua responsabilidade pelos danos causados. “Os embargos de declaração não constituem meio processual cabível para a reforma do julgado, não sendo possível atribuir-lhes efeitos infringentes, salvo em situações excepcionais, não vislumbradas no presente caso”, afirmou.
No julgamento de mérito ocorrido em 2014, o ministro Gilmar Mendes foi voto vencido, assim como o ministro Joaquim Barbosa (aposentado). Na sessão de hoje, Mendes reafirmou seu entendimento no sentido de que o objetivo do congelamento decorrente do plano econômico foi conter o surto inflacionário, sendo que a severa medida afetou indistintamente cidadãos e todos os setores da economia brasileira – consumidores e produtores – e não somente o setor aéreo. Por esse motivo, em seu entender, o setor foi privilegiado ao obter direito à indenização. Mendes lembrou que o déficit da Varig já era crônico.
Após a apresentação do voto-vista, votaram os ministros Alexandre de Moraes, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello, acompanhando a relatora pela rejeição dos embargos declaratórios. Embora não tenha participado do julgamento de mérito, Moraes estudou os autos e destacou que, independentemente da tese de mérito, todos os pontos suscitados pela União nos embargos foram enfrentados no julgamento de mérito.
O ministro Lewandowski reafirmou a tese discutida no julgamento de mérito de que é vedado à Suprema Corte revolver fatos e provas sobre perícia convalidada nas instâncias inferiores e analisada expressamente no acórdão do tribunal de origem. Além disso, destacou que “a necessidade de intervenção do Estado no domínio econômico, na hipótese de concessão de serviços de transporte aéreo, não pode mitigar direitos e garantias fundamentais nem atenuar o instituto da responsabilidade objetiva do Estado, previsto no artigo 37, parágrafo 6º, da Constituição Federal”. O último voto pela rejeição dos embargos foi proferido pelo decano do STF, ministro Celso de Mello.
STF

Avianca é a melhor prestadora de serviço entre aéreas nacionais


A Avianca Brasil foi eleita a melhor prestadora de serviços na categoria Companhia Aérea da segunda edição da pesquisa “Escolha Estadão PME 2017 – Os melhores fornecedores do Brasil”. O estudo, realizado pelo jornal O Estado de São Paulo em parceria com a HSR Specialist Researchers, listou os fornecedores que possuem o melhor relacionamento com as pequenas e médias empresas, em 25 categorias.
Nesta edição, foram analisadas as respostas de mais de 1.500 pequenas e médias empresas de todo o Brasil entre 22 de março e 12 de maio. Os dados coletados passaram por tratamento estatístico de ponderação, com o intuito de garantir a real participação de cada segmento por porte, área geográfica e setor de atividade (financeiro, seguradora, comunicação, bens de consumo semiduráveis e serviços). Entre os critérios que levaram a Avianca Brasil ao topo do ranking estão serviços, atendimento, preço e imagem. 
“Este reconhecimento nos inspira e nos motiva. Não medimos esforços para prestar ao cliente o melhor atendimento da aviação comercial brasileira. É gratificante sermos eleitos a melhor aérea por empresários de pequenas e médias empresas. Aprimorar cada vez mais nossos serviços é um desafio constante”, destacou Tarcísio Gargioni, vice-presidente da Avianca Brasil.


Jornal de Turismo

777-300ER da Swiss

STF mantém decisão que obriga União a indenizar massa falida da Varig

foto:Alexandre Barros

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (3) manter a decisão que condenou a União a indenizar a massa falida da empresa aérea Varig em aproximadamente R$ 3 bilhões. Na sessão desta tarde, a Corte rejeitou um recurso apresentado pela Advocacia-Geral da União (AGU) para que supostas contradições fossem corrigidas na decisão, tomada pelos ministros em 2014. 
A massa falida de uma empresa é formada no momento em que é decretada a falência e consiste no acervo do ativo e passivo de bens do falido. O caso tramita na Justiça há mais de 20 anos e trata do congelamento de preços imposto para conter a inflação, durante a vigência do Plano Cruzado, entre 1985 e 1992.
A forma de execução da indenização ainda não foi definida pelo Supremo. A Varig alegou que a medida causou prejuízos financeiros à empresa, como a dilapidação de seu patrimônio e pediu a indenização, que foi concedida pelo STF.
O valor que for recebido deverá ser usado para pagar dívidas trabalhistas do fundo de pensão Aerus, formado por ex-funcionários da empresa que buscam o recebimento dos valores desde a falência da Varig.

Fonte :Istoe Dinheiro

terça-feira, 27 de junho de 2017

Fundador da Gol: reunião com peemedebistas foi para aval a propina,Empresário diz ter se encontrado com Temer após acerto com Cunha; presidente nega que soubesse de acordo


 O empresário Henrique Constantino, um dos fundadores da Gol Linhas Aéreas, relatou a procuradores da República em Brasília que o presidente Michel Temer avalizou uma contribuição ilegal de R$ 10 milhões de suas empresas a políticos do PMDB e a campanhas em 2012, na época em que era vice-presidente.
Em seu relato, confirmado ao jornal O Globo por duas pessoas com acesso às negociações, Constantino conta que fez o acerto com o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que então o teria levado a Temer para validar o acordo. No entanto, disse o empresário, Cunha não falou sobre propina na presença de Temer, mas sobre o compromisso do seu grupo de empresas de apoiar o partido e o grupo político do vice-presidente — o que, segundo Constantino, foi entendido como uma forma de avalizar os pagamentos.
Além de Cunha e Temer, o ex-deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) também teria participado do encontro, que não consta da agenda oficial da Vice-Presidência da República. Constantino tenta há meses celebrar um acordo de colaboração premiada.
O jornal O Globo perguntou à assessoria de Temer por que o encontro citado por Henrique Constantino não consta de sua agenda oficial, mas ele não respondeu. Também não disse se, de fato, encontrou-se com o empresário, como ele alega. Por meio de sua assessoria, Temer disse “jamais saber que Eduardo Cunha tenha feito qualquer tipo de acordo com Henrique Constantino”.
Os R$ 10 milhões referidos na delação teriam sido pagos depois do encontro, como contrapartida a uma série de solicitações do Grupo Comporte — que pertence à família Constantino — no governo federal e do Distrito Federal, que à época tinha como vice-governador Tadeu Filippelli (PMDB), também beneficiado pelos pagamentos, segundo o empresário.
Negociação começou em 2016
No pacote estariam a inclusão de empresas do setor de transportes na política de desoneração de folha de pagamento de funcionários — implantada a partir de 2011 e objeto de leis relacionadas a ela nos meses seguintes —, e também a desoneração do ICMS do querosene de avião no Distrito Federal, aprovada em abril de 2013. O pacote considerava, ainda, pagamentos destinados à campanha de Gabriel Chalita à prefeitura de São Paulo em 2012, conforme publicado pela Folha de S.Paulo, e facilitação no acesso a dinheiro do Fundo de Investimentos do FGTS (FI-FGTS), controlado por diretorias da Caixa Econômica e sob a tutela do PMDB. Temer era o principal cabo eleitoral de Chalita, mas nega ter pedido “apoio financeiro à campanha”.
Segundo Constantino, o pagamento de propina ocorreu por meio de contas e empresas indicadas por Eduardo Cunha, Henrique Alves, o operador Lúcio Funaro e Filippelli. Outros políticos do PMDB também foram citados pelo empresário. Pelo menos R$ 1 milhão destinados a Filippelli teriam sido pagos ao escritório Alcoforado Advogados Associados, de Brasília.
A negociação da colaboração premiada de Henrique Constantino começou no fim do ano passado com os procuradores da Lava-Jato em Curitiba, onde ele era investigado por pagamentos de suas empresas a Cunha. Depois de citar pessoas com foro privilegiado nas negociações, o caso subiu para a Procuradoria-Geral da República (PGR).
O ex-vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da Caixa, Fábio Cleto, assumiu em acordo de colaboração ter recebido propina para liberar um aporte de R$ 300 milhões do FI-FGTS para a Via Rondon, uma das empresas da família Constantino.
Em dezembro do ano passado, a Gol Linhas Aéreas assinou um acordo de leniência com o Ministério Público Federal (MPF) no valor de R$ 12 milhões e assumiu crimes praticados pela empresa. Agora, o empresário busca se livrar de novas investigações na condição de pessoa física. Um dos pontos de entrave na negociação é a definição da multa a ser paga por ele como forma de compensação pelos crimes.
No início deste mês, Eduardo Cunha protocolou na 10ª Vara Federal de Brasília novas perguntas endereçadas a Temer, no âmbito do processo em que é investigado por corrupção no FI-FGTS. Entre elas, estão questões citando o relacionamento do presidente com Constantino, recebimentos de vantagens por empresas do grupo liderado pelo empresário e supostos pagamentos a campanhas do PMDB. “Vossa Excelência conhece Henrique Constantino? Esteve alguma vez com ele? Qual foi o tema? Tinha a ver com algum assunto ligado ao financiamento do FI-FGTS?”, pergunta Cunha a Temer.
O ex-deputado questionou se o político tinha conhecimento sobre doações das empresas do fundador da Gol a campanhas do PMDB. “Alguma delas fez doação para a campanha de Gabriel Chalita em 2012?”, perguntou. “Se positiva a resposta, houve a sua participação? Estava vinculada à liberação desses recursos da Caixa no FI-FGTS?”, completou.
Os advogados de Eduardo Cunha, Henrique Eduardo Alves e Lúcio Funaro não quiseram comentar as acusações. O escritório Alcoforado Advogados Associados informou não haver registro de pagamentos de empresas ligadas a Constantino. Gabriel Chalita argumenta que recursos da eleição municipal de São Paulo “vieram do PMDB nacional, que se responsabilizou pela arrecadação”. A assessoria de Henrique Constantino informou que ele “está à disposição das autoridades para o total esclarecimento dos fatos”.
Fonte - http://epocanegocios.globo.com/Brasil/noticia/2017/06/fundador-da-gol-reuniao-com-peemedebistas-foi-para-aval-propina.html

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

ATR72-600 da Air Vanuatu

vídeo lançado pela Air Vanuatu dá uma visão geral de alta velocidade da construção de um novo avião ATR72-600 turbopropulsor,

AIR INDIA SEGUE AS COMPANHIAS AÉREAS MEMBROS DA STAR ALLIANCE NO TERMINAL 2 DE HEATHROW / TERMINAL DA RAINHA


A Air India, companhia aérea membro da Star Alliance, transferiu com sucesso suas operações no Aeroporto de Heathrow, em Londres, do Terminal 4 para o Terminal 2, o lar da Star Alliance. A companhia nacional da Índia opera até oito voos diários de e para Heathrow com suas aeronaves Boeing 777 ou Boeing 787 Dreamliner e tem servido Londres há cerca de 70 anos. Atualmente, oferece dois voos diários para Delhi, um diário para Mumbai, quatro semanais para Ahmedabad e três semanais para Newark (Nova York).
"Com 24 de nossas companhias aéreas afiliadas voando para Heathrow, o aeroporto é servido pelo maior número de empresas da Star Alliance todos os aeroportos do mundo onde a rede atua. Dessa forma, nossa estratégia de longo prazo para Heathrow é sempre alocar nossas afiliadas sob o mesmo teto. Com a mudança bem-sucedida da Air India para o Queen´s Terminal (Terminal 2), agora realizamos isso", disse o CEO da  Star Alliance, Jeffrey Goh.
Em comparação com o Terminal 4, a disposição e concepção do check-in no Terminal 2 permite aos clientes ter maior controle sobre sua viagem. Isso tem sido possível por meio de uma combinação do aumento dos check-ins automatizados e comuns. Os passageiros que não fizeram o check-in online podem fazê-lo em um dos 81 balcões disponíveis no Terminal 2. Também é possível imprimir os cartões de embarque e as etiquetas de bagagens. Após o check-in, os passageiros da Air India podem despachar as malas nos guichês da Zona D. Clientes que demandam assistência adicional ou viajam na Primeira Classe, Classe Executiva ou possuem o status de Star Alliance Gold também vão encontrar os respectivos guichês na Zona D.
Os passageiros da Air India voando na Primeira Classe ou na Executiva ou que são portadores do Star Alliance Gold podem usar um dos quatro lounges operados pelos membros da Star Alliance no Terminal 2: Air Canada, Lufthansa, Singapore Airlines e United.

“Desde que começamos as operações no Terminal 2 de Heathrow, temos recebido um retorno positivo dos passageiros sobre a novidade. Temos certeza que os cerca de 1 mil passageiros da Air India que utilizarão o Terminal 2 todo dia perceberão uma melhora significativa em suas experiência de viagem”, afirmou Goh. “Isto irá acontecer com as centenas de viajantes que fazem conexão entre a Air India e outras companhias aéreas da Star Alliance via Heathrow diariamente. Agora, eles podem fazer isso com conforto em apenas um terminal, sem a necessidade de utilizar ônibus para essa transferência no aeroporto”, acrescentou.
A ideia de ter todas as companhias aéreas membros da Star Alliance operando no mesmo terminal em Heathrow surgiu com o operador do aeroporto há mais de uma década e tornou-se realidade quando o Terminal 2 - Terminal da Rainha foi inaugurado, em junho de 2014. Entre a inauguração e outubro de 2014, 23 afiliadas da Star Alliance transferiram-se para o Terminal 2. A Air India tornou-se membro da Aliança no mesmo ano e, desde então, trabalhou para adaptar seu processo ao conceito docheck-in oferecido no Terminal 2.  
A operação a partir de apenas um terminal em Heathrow garante que as companhias aéreas afiliadas da Star Alliance proporcionem aos 12 milhões de passageiros anuais dessas empresas uma melhor experiência de viagem, incluindo conexões mais rápidas. Novas tecnologias são usadas em todo terminal para propiciar aos passageiros mais controle sobre suas viagens.
As empresas aéreas membros da Aliança que atuam em Heathrow são Aegean Airlines, Air Canada, Air China, Air India, Air New Zealand, ANA, Asiana Airlines, Austrian, Avianca, Brussels Airlines, Croatia Airlines, EGYPTAIR, Ethiopian Airlines, EVA Air, LOT Polish Airlines, Lufthansa, Scandinavian Airlines, Singapore Airlines, South African Airways, SWISS, TAP Portugal, Turkish Airlines, THAI e United. Juntas, elas operam mais de 117 voos por dia para 44 destinos em 27 países a partir de Heathrow. Cada um desses voos permite acesso à rede da Aliança superior a 18.450 voos diários para 1.300 aeroportos em 190 países.

Latam anuncia novos voos domésticos em Belo Horizonte/Confins


A Latam Brasil inicia as vendas de passagens aéreas para seus novos voos domésticos com origem ou destino no aeroporto de Belo Horizonte/Confins. Todas as novas rotas serão operadas por aeronaves Airbus A319 e A320.
As passagens aéreas para as novas rotas já estão disponíveis no site e em outros canais de venda, como as agências de viagem parceiras e as lojas da Latam Travel. Todas as operações terão início em 27 de março deste ano.
A partir desta data, a companhia vai operar a rota Belo Horizonte/Confins – Vitória diariamente com voos diretos de ida e volta entre as duas capitais. Em ambos os sentidos, o voo terá duração média de 1 hora e 5 minutos.
Adicionalmente, aos sábados e domingos, a companhia vai operar voos de ida e volta na rota Belo Horizonte/Confins – Salvador. Exclusivamente aos sábados, serão operados ainda voos de ida e volta na rota Belo Horizonte – Fortaleza.

Atualmente, a Latam opera diariamente outros 45 voos domésticos regulares na localidade com destino aos aeroportos do Rio de Janeiro (Galeão e Santos Dumont), de São Paulo (Congonhas e Guarulhos), Brasília, Recife e Porto Seguro.

fonte:brasilturis

RYANAIR TAMBÉM ‘SOBE A PARADA’ EM BARCELONA. PRÓXIMO OBJECTIVO: 7,1 MILHÕES DE PASSAGEIROS


Poucas horas depois de anunciar um reforço das suas operações em Madrid, avançando com o objectivo de chegar a 6,7 milhões de passageiros por ano, a low cost Ryanair avançou com idêntica estratégia para Barcelona, segundo maior aeroporto espanhol, indicando que neste caso o seu objectivo é 7,1 milhões de passageiros por ano.
Tal como em Madrid, coube ao director de Marketing, Kenny Jacobs, avançar as novidades para Barcelona, entre as quais a introdução de novas rotas para Cracóvia, Luxemburgo, Praga e Veneza, bem como passar de sazonal no Verão a anual as rrotas de Bruxelas Charleroi e Nápoles e aumentar a frequência de voos nas rotas de Bolonha, Budapeste, Gran Canária, Ibiza, Málaga, Palma e Tenerife, passando a contar com 386 voos por semana em 45 rotas.
Dados da AENA, gestora dos aeroportos espanhóis, recolhidos pelo PressTUR mostram que a Ryanair, embora sendo a maior companhia em Espanha, com 39,836 milhões de passageiros em 2016 (+13,4% ou mais 4,69 milhões que em 2015), não é líder nem em Madrid nem em Barcelona.
A nº 1 em Madrid é a Iberia, com 13,59 milhões de passageiros em 2016, seguida pela Air Europa, com 7,565 milhões, pela Ryanair, com 6,129 milhões, a Iberia Express (subsidiária da Iberia), com 4,415 milhões), e a Air Nostrum, franchisada da Iberia para voos regionais, com 2,996 milhões.
No Aeroporto de Barcelona, a nº 1 é a Vueling, low cost do IAG de que fazem parte a British Airways e a Iberia, seguida pela Ryanair, com 6,783 milhões, a easyJet, com 2,799 milhões, sem contar com 400 da sua subsidiária easyJet Switzerland), a Lufthansa, com 1,4 milhões, e a Air Europa, com 1,28 milhões).

TAP permite alteração de viagem a quem enfrenta restrições dos EUA


A TAP anunciou hoje que os clientes com bilhetes para os EUA, ou com escala no país, abrangidas pelas restrições de entrada podem alterar a viagem para outra data ou outro destino e pedir o reembolso.Numa nota aos clientes, a companhia aérea alerta para "os clientes com bilhetes para os Estados Unidos da América [EUA], ou com escala neste país, para a nova política de imigração dos EUA, que poderá ser verificada junto da respetiva Embaixada ou Consulado", realçando que "a entrada passageiros com passaportes emitidos na Líbia, Irão, Iraque, Somália, Sudão, Síria e Iémen estará restrita até dia 27 de abril de 2017, inclusive".
"Caso seja abrangido por esta política e tenha adquirido bilhetes para os EUA ou com escala neste país, emitidos pela TAP até dia 01 de fevereiro de 2017, poderá contactar a central de reservas da TAP e proceder à alteração dos mesmos para viajar numa data posterior à restrição acima indicada e até 01 de fevereiro de 2018, sem qualquer custo, dentro da mesma classe de reserva -- Económica ou Executiva -- e de acordo com a disponibilidade de lugares nos voos", refere a transportadora liderada por Fernando Pinto.
Em alternativa, a TAP possibilita ainda "a alteração da viagem para outro destino sem taxa de remarcação, dentro dos períodos indicados, aplicando-se, caso exista, o pagamento de diferença tarifária".A TAP permite ainda o reembolso do respetivo bilhete ou a emissão de um 'travel voucher' (vale-viagem) no mesmo valor.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, suspendeu e impôs restrições à entrada no país de refugiados e imigrantes provenientes de sete países, através de decreto sobre a "proteção da nação contra a entrada de terroristas estrangeiros nos EUA", que entrou em vigor na sexta-feira.

A ordem executiva proíbe durante 90 dias a entrada nos Estados Unidos de cidadãos de sete países considerados de risco por Washington: o Iraque, o Irão, o Iémen, a Líbia, o Sudão e a Somália

Gol aprova empréstimo de US$ 50 milhões da Delta Air Lines

O Conselho de Administração da Gol, em reunião realizada nesta terça-feira, 31, aprovou a inclusão de um contrato de empréstimo da Gol Linhas Aéreas com a Delta Air Lines, no valor de US$ 50 milhões.
O contrato tem vencimento em 31 de dezembro de 2020. O empréstimo será incluído em um contrato de reembolso celebrado em 2015 entre a Gol, a Delta e o Citibank, que é o agente de garantia da operação.
Além disso, o contrato de penhor de ações, bens e direitos creditórios, também celebrado em 2015, será aditado para inclusão deste empréstimo. A Gol ainda emitirá um nota promissória no valor de US$ 60 milhões, vinculada ao contrato de reembolso.
O conselho aprovou também o Plano de Negócios de Longo Prazo da Gol, mas a ata da reunião não traz maiores detalhes sobre este plano.

Avianca quer se aproximar da United e recebe proposta do Synergy

A Avianca Brasil anunciou intenção de estreitar parceria com a americana United Airlines e ao mesmo tempo afirma que tem uma proposta de capitalização pelo Synergy Aerospace, maior acionista da companhia aérea, ligado ao empresário Germán Efromovich.
Em comunicado nesta terça-feira, 1º de fevereiro, a Avianca Brasil anunciou a intenção de trabalhar com a United Airlines “para aprimorar e estreitar o relacionamento comercial e estratégico entre as duas companhias”, por acreditar que a aérea americana e seus parceiros na região “melhor complementam a sua malha”.
O valor da capitalização não foi informado, o objetivo é de fortalecer a sua posição no mercado.
Ainda segundo comunicado da Avianca, o Synergy pretende buscar as aprovações necessárias para combinar os negócios da Avianca Brasil e da Avianca Holdings, sediada na Colômbia, “em termos justos e razoáveis para ambas as empresas”, visando gerar valor por meio de sinergias e economias de escala.
O presidente da Avianca Brasil, Frederico Pedreira,disse, em nota, que a capitalização prepara a companhia para “uma expansão a novos mercados”.

fonte: Exame



Este pedido é o terceiro lote de produção inicial de baixa taxa da Boeing. Os dois primeiros vieram em agosto de 2016 e incluíam sete e 12 aviões, respectivamente, bem como peças sobressalentes.
A Boeing planeja construir 179 unidades de reabastecimento baseadas em 767 para a Força Aérea substituir sua frota de petroleiros legados. As entregas dos petroleiros começarão ainda este ano.
"Este prêmio é uma ótima notícia para a equipe conjunta Boeing-Air Force e reforça a necessidade deste altamente eficiente e capaz navio-tanque", disse Mike Gibbons, Boeing KC-46A petroleiro vice-presidente e gerente de programa. "Nossa equipe da indústria Boeing está trabalhando duro construindo e testando aeronaves KC-46, e estamos ansiosos para a primeira entrega."
"Colocar uma ordem para outros 15 aviões é outro marco importante para o programa KC-46", disse o Coronel John Newberry, gerente de programa do Sistema KC-46 da Força Aérea. "Eu sei que o warfighter está animado sobre trazer esta capacidade de próxima geração para o inventário."
Boeing recebeu um contrato inicial em 2011 para projetar e desenvolver a aeronave da próxima geração da Força Aérea. Como parte desse contrato, a Boeing construiu quatro aviões de teste - dois configurados como 767-2C e dois como petroleiros KC-46A. Essas aeronaves de teste, juntamente com o primeiro avião de produção, completaram quase 1.500 horas de vôo até o momento.
O KC-46A é um petroleiro multi-rolha que pode reabastecer todos os aviões militares aliados e de coalizão compatíveis com os procedimentos de reabastecimento aéreo internacional e pode transportar passageiros, carga e pacientes.
A Boeing está montando aeronaves KC-46 em sua instalação em Everett, Wash.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Divulgados expositores da audiência pública sobre débitos trabalhistas da Varig


Entidades sindicais, empresas e escritórios de advocacia farão apresentações durante a audiência marcada para 7/2.
O Tribunal Superior do Trabalho divulgou nesta terça-feira (24) os expositores inscritos para a audiência pública que a norma aplicável à TAP Manutenção e Engenharia Brasil S.A. sobre a responsabilidade por dívidas trabalhistas de uma filial da Varig S. A. Além das duas empresas, farão exposições representantes de trabalhadores ativos e aposentados, advogados, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Central Única dos Trabalhadores (CUT).
 
A audiência vai ocorrer em 7/2, às 14h, no TST. As exposições servirão de subsídio para o julgamento do Incidente de Recurso Repetitivo no processo TST-IRR-69700-28.2008.5.04.0008, de relatoria do ministro Guilherme Caputo Bastos, no qual a TAP alega que a Lei de Falências (Lei 11.101/2005, artigo 60, caput e parágrafo único) isenta de responsabilidade trabalhista o adquirente de filiais ou unidades produtivas de empresas falidas ou em recuperação judicial, como no caso. Sua condenação solidária, na condição de sucessora da Varig Engenharia e Manutenção S. A. (VEM), baseou-se na Orientação Jurisprudencial 411 da SBDI-1.
 
Ordem das apresentações
 
14h – Abertura
 
GRUPO 1
 
14h20 – TAP Manutenção e Engenharia Brasil S.A., representada por Antônio da Silveira Brasil e Fernando Abs da Cruz Souza Pinto;
 
14h35 – Sindicato dos Aeroviários de Porto Alegre, representado por Denis Rodrigues Einloft;
 
14h50 – VARIG S.A., representada por Martha Sorelly Joaquim e Paulo Cesar da Rocha Antony;
 
15h05 – Associação de Pilotos da VARIG, representada por Élnio Borges Malheiros.
 
GRUPO 2
 
15h30 – Confederação Nacional da Indústria (CNI), representada por Sérgio Murilo Santos Campinho;
 
15h45 – Associação dos Participantes e Beneficiários do AERUS (APRUS), representada por Otávio Bezerra Neves;
 
16h – CUT Nacional, representada por Paulo Roberto Alves da Silva;
 
16h15 – Duque Estrada & Advogados, representado por Carlos Augusto Jatahy Duque Estrada Júnior;
 
16h30 – LBS Advogados, representado por Eduardo Henrique Marques Soares.
 
Em despacho a ser publicado nessa quarta-feira (25), o ministro Caputo Bastos estabeleceu que as apresentações dos representantes dos dois escritórios de advocacia estão condicionadas à comprovação de suas atuações na questão jurídica em debate. Até 31/1, todos os expositores precisam comprovar que estão vinculados às entidades ou órgãos que representam, sob a pena de cancelamento da inscrição. A documentação nesse sentido tem de ser encaminhada para o e-mail: audienciatap@tst.jus.br. Do despacho também constam as regras para o uso de arquivo digital nas apresentações. 

fonte:http://www.justicaemfoco.com.br/

EMIRATES ANUNCIA VOOS EM CLASSE EXECUTIVA NO A380 DESDE 1.929 EUROS


A Emirates, que é a companhia aérea com mais aviões Airbus A380, está a anunciar preços dese 1.929 euros para viajar em classe executiva numa aeronave desse modelo, incluindo no preço o voo de ida e volta a partir de Lisboa.
O preço de 1.929 euros é para voos de ida e volta para Mumbai, com partida de Lisboa e troca de avião no Dubai. O trajecto entre Lisboa e Dubai é feito em avião Boeing B777.
A campanha da Emirates é para reservas até 31 de Março e para viagens até 30 de Setembro.
Outras opções são Pequim, desde 2.175 euros, Joanesburgo, a partir de 2.235 euros, e Hong Kong, desde 2.495 euros.
Há também propostas para Banguecoque, a partir de 2.525 euros, Singapura, desde 2.635 euros, Maurícia, desde 2.789 euros, e Sydney, desde 4.089 euros.

EMBRAER em alta! Jatos executivos ficam 32% mais caros e BTG recomenda compra

  A Embraer está ganhando cada vez mais espaço no mercado de jatos executivos, e os preços das aeronaves chamaram a atenção do mercado fina...