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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

RIOGALEÃO OFERECE AUTOETIQUETAGEM DE MALAS EM QUIOSQUES DA SITA


Em agosto, o GIG CUTE CLUB, organização formada por 22 companhias aéreas que operam no Aeroporto Internacional Tom Jobim (GIG), vai receber novos quiosques de check-in da SITA, provedora de soluções de TI para a indústria aérea, para melhorar a experiência de seus passageiros. O GIG CUTE CLUB, com o apoio da RIOGaleão – operadora do aeroporto -, selecionou as tecnologias de uso comum da SITA, AirportConnect® Open e AirportConnect®, como soluções ideais para este aeroporto, que recebe em torno de 17 milhões de passageiros por ano e funciona 24 horas por dia.

A solução da SITA adota novas tecnologias para autoatendimento, que proporcionam redução de filas, com quiosques de check-in interativos, autoetiquetagem de malas e serviços de entrega e gerenciamento de bagagens que reduzem o tempo que os passageiros passam na fila. Assim, as companhias aéreas têm maior flexibilidade para administrar os horários de pico e os passageiros de qualquer companhia aérea podem imprimir seu bilhete de embarque e etiquetas de bagagem em qualquer quiosque, sendo embarcados em qualquer portão.

Lélia Dias, presidente do GIG CUTE CLUB, diz: "A SITA nos ajuda a gerenciar o fluxo de passageiros. A tecnologia é comprovada em todo o mundo e temos o conforto adicional da equipe de suporte da SITA".

Mais de 400 aeroportos em todo o mundo usam a plataforma de processamento de passageiros da SITA AirportConnect Open, que permite aos aeroportos, companhias aéreas e seus agentes acessarem seus aplicativos de TI, em tempo real, em equipamentos de uso dedicado ou compartilhado.

Com a AirportConnect Open, qualquer companhia aérea usa qualquer posição de atendimento, portão de embarque ou quiosque de autoatendimento para check-in, despacho de malas e embarque de passageiros. A nova geração do Airport Connect permite, ainda, que as companhias aéreas conciliem os passageiros embarcados e compartilhem o mesmo terminal de pagamento por cartão de crédito (dispositivo de entrada de PIN - PAD) com chip, magnéticos e sem contato nesses pontos de atendimento, enquanto continuam usando seus provedores de serviços de pagamento e bancos preferenciais.

Elbson Quadros, vice-presidente da SITA para América Latina, diz: "O RIOgaleão está focado em como as companhias aéreas podem operar melhor no Tom Jobim. A experiência do passageiro é o cerne da sua estratégia. Os passageiros se beneficiam com menos filas e um fluxo suave de processamento. As companhias aéreas terão melhoria em eficiência operacional e um melhor atendimento aos seus clientes. E o aeroporto ganha um melhor fluxo no aeroporto, melhor atendimento aos passageiros e melhor imagem como um aeroporto moderno".
  
Sobre a SITA
A SITA é a provedora de soluções de comunicações e TI que transforma as viagens aéreas através de tecnologia para companhias aéreas, aeroportos e aeronaves. O portfólio da empresa abrange desde serviços gerenciados de comunicações globais e infraestrutura até soluções de eAircraft, gerenciamento de passageiros, bagagem, self-service, aeroporto e gerenciamento de fronteiras.  Composta por mais de 400 membros da indústria de transporte aéreo, a SITA tem uma compreensão única de suas necessidades e coloca forte ênfase na inovação tecnológica.
Quase todas as companhias aéreas e aeroportos do mundo fazem negócios com a SITA e suas soluções de gerenciamento de fronteiras são usadas por mais de 30 governos. Com presença em mais de 1.000 aeroportos em todo o mundo e uma equipe de atendimento ao cliente de mais de 2.000 funcionários, a SITA oferece um serviço inigualável a mais de 2.800 clientes em mais de 200 países.
Em 2016, a SITA registrou receita consolidada de US $ 1,5 bilhão. As subsidiárias e joint ventures da SITA incluem SITAONAIR, CHAMP Cargosystems e Aviareto.

Recursos de indenização da Varig poderão não chegar aos trabalhadores


A indenização que a União terá que pagar para a extinta Viação Aérea Rio Grandense (Varig) pelo congelamento de tarifas durante o Plano Cruzado pode não chegar ao bolso dos ex-trabalhadores que aguardam por pagamentos. A Advocacia-Geral da União (AGU) analisa se é possível abater da indenização de cerca de R$ 3,05 bilhões (ainda sem a correção monetária) alguma parte do débito da empresa inscrito na dívida ativa da União. O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) negou, na última quinta-feira, recursos apresentados pela União e pelo Ministério Público Federal, e manteve a decisão que garante à companhia aérea falida Varig uma indenização pelo congelamento de tarifas ocorrido no Plano Cruzado, entre outubro de 1985 e janeiro de 1992. O valor atualizado corrigido pode superar os R$ 6 bilhões. Nos autos do processo que tramitou por uma década e teve, na quinta-feira, decisão no STF, a relatora, ministra Cármen Lúcia, aponta R$ 1,22 bilhão em penhoras, relativos a créditos fiscais da União e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) contra o grupo Varig. Nesse número estão incluídos também dívidas contestadas pela Fazenda Pública dos estados da Bahia e de São Paulo. A dívida real inscrita na Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), no entanto, é muito superior a isso. Como a empresa faliu, há uma ordem legal para pagamentos pela massa falida da Varig. Primeiro, entram nessa lista trabalhadores até o limite de 150 salários-mínimos. Em seguida, estão credores com garantia real, como hipoteca e penhor, e, depois, a União. Especialistas em falência apontam que o caso requer uma análise minuciosa dos débitos. A maior parte prefere não se pronunciar porque não há um consenso sobre o assunto. À primeira vista, mesmo com a dívida constando nos autos do processo, a União não pode simplesmente abater a indenização do total devido pela Varig, explica o advogado especializado no assunto Guilherme Marcondes Machado. "A União estaria desrespeitando a ordem de pagamento dos credores. Estaria quitando seu crédito em flagrante desrespeito à lei de falências." Se houver valores questionados antes da empresa falir, no entanto, a lista de credores não vale. Por isso, a AGU está passando um pente fino nos débitos, para descobrir se há possibilidades reais de desconto. O governo também estuda se há novas formas de recorrer da questão. "Apenas créditos originados após a decretação da falência que têm preferência à ordem legal", explica Machado. - Jornal do Comércio 

fomte: Jornal do comercio
(http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/08/economia/577894-recursos-de-indenizacao-da-varig-poderao-nao-chegar-aos-trabalhadores.html)


sexta-feira, 4 de agosto de 2017

LUFTHANSA DUPLICA LUCRO OPERACIONAL NO 1º SEMESTRE


O grupo Lufthansa, do qual fazem parte a companhia alemã do mesmo nome, a Swiss, a Austrian, a Eurowings e a Brussels, declarou hoje 1.042 milhões de euros de lucro operacional (EBIT, do inglês para resultado antes de juros e impostos), com um aumento em 99% relativamente aos primeiros seis meses de 2016.
A companhia atribui essa progressão “principalmente a forte procura e menores custos unitários” nas suas companhias de transporte aéreo de passageiros.
A informação indica que o grupo gerou 16.951 milhões de euros de receitas no semestre, em alta de 12,7%, com as receitas de tráfego a crescerem 14,2%, para 13.293 milhões.
fonte: presstur

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Mercado LATAM estreia em novas rotas domésticas



O Mercado LATAM, novo serviço de alimentação a bordo da LATAM Airlines, passa a ser oferecido hoje (3) também em voos que tenham como origem ou destino os aeroportos do Rio de Janeiro/Santos Dumont (RJ) e de Porto Alegre (RS). O novo cardápio estará disponível nas rotas que liguem essas cidades a uma das 10 localidades brasileiras onde a LATAM já iniciou a oferta de produtos. A previsão é tê-los em toda a malha aérea doméstica ainda em agosto.
O Mercado LATAM já foi implementado em voos que operam em Bauru, Ribeirão Preto e São Paulo/Congonhas (SP), Brasília (DF), Rio de Janeiro/Galeão (RJ), Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN), Recife (PE), Santarém (PA) e também em voos internos na Colômbia, Peru, Chile, Argentina e Equador.  
O cardápio do Mercado LATAM no Brasil traz produtos tipicamente nacionais, como o brigadeiro, o bolo de banana, entre outras opções. São 52 produtos de excelente qualidade e alternativas para os mais variados gostos e preferências. A oferta de comida fresca também é ampla: sanduíches, wraps, saladas e diversas alternativas para o café da manhã, bebidas quentes e frias, snacks salgados e doces, menu para crianças, vegetarianos, veganos, comida kosher, opções para celíacos e pessoas com intolerância à lactose, além de um bar com espumante, vinhos e cervejas, entre outros.
Os produtos podem ser adquiridos de forma avulsa com preços a partir de R$ 4, ou por meio de um dos combos, oferecidos a partir de R$ 14, com pagamento em dinheiro ou no cartão de crédito – Visa ou Mastercard.
A previsão é de que o cardápio seja renovado duas vezes ao ano, com manutenção dos produtos mais bem aceitos e melhor avaliados pelos cliente

LATAM Airlines Brasil
Relações com a imprensa

Caso Varig mais informações: Plenário rejeita embargos de declaração da União e do MPF

  Foto: Alexandre Barros


O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu, na sessão desta quinta-feira (3), o julgamento dos embargos de declaração apresentados no Recurso Extraordinário (RE) 571969, por meio do qual a União e o Ministério Público Federal (MPF) buscavam reverter decisão que garantiu à Viação Aérea Rio-Grandense (Varig) o direito à indenização pelo congelamento das tarifas aéreas ocorrido durante o Plano Cruzado, entre outubro de 1985 e janeiro de 1992. Em março de 2014, o STF negou provimento ao recurso, mantendo decisão das instâncias antecedentes que reconheceram a responsabilidade da União quanto aos prejuízos suportados pela empresa em razão de planos econômicos.
Autor do pedido de vista, o ministro Gilmar Mendes apresentou seu voto e acompanhou a relatora do recurso, ministra Cármen Lúcia, pelo desprovimento dos embargos, por entender que o objetivo da União não foi provocar qualquer esclarecimento do Plenário, mas sim modificar o conteúdo do julgado, afastando sua responsabilidade pelos danos causados. “Os embargos de declaração não constituem meio processual cabível para a reforma do julgado, não sendo possível atribuir-lhes efeitos infringentes, salvo em situações excepcionais, não vislumbradas no presente caso”, afirmou.
No julgamento de mérito ocorrido em 2014, o ministro Gilmar Mendes foi voto vencido, assim como o ministro Joaquim Barbosa (aposentado). Na sessão de hoje, Mendes reafirmou seu entendimento no sentido de que o objetivo do congelamento decorrente do plano econômico foi conter o surto inflacionário, sendo que a severa medida afetou indistintamente cidadãos e todos os setores da economia brasileira – consumidores e produtores – e não somente o setor aéreo. Por esse motivo, em seu entender, o setor foi privilegiado ao obter direito à indenização. Mendes lembrou que o déficit da Varig já era crônico.
Após a apresentação do voto-vista, votaram os ministros Alexandre de Moraes, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello, acompanhando a relatora pela rejeição dos embargos declaratórios. Embora não tenha participado do julgamento de mérito, Moraes estudou os autos e destacou que, independentemente da tese de mérito, todos os pontos suscitados pela União nos embargos foram enfrentados no julgamento de mérito.
O ministro Lewandowski reafirmou a tese discutida no julgamento de mérito de que é vedado à Suprema Corte revolver fatos e provas sobre perícia convalidada nas instâncias inferiores e analisada expressamente no acórdão do tribunal de origem. Além disso, destacou que “a necessidade de intervenção do Estado no domínio econômico, na hipótese de concessão de serviços de transporte aéreo, não pode mitigar direitos e garantias fundamentais nem atenuar o instituto da responsabilidade objetiva do Estado, previsto no artigo 37, parágrafo 6º, da Constituição Federal”. O último voto pela rejeição dos embargos foi proferido pelo decano do STF, ministro Celso de Mello.
STF

Avianca é a melhor prestadora de serviço entre aéreas nacionais


A Avianca Brasil foi eleita a melhor prestadora de serviços na categoria Companhia Aérea da segunda edição da pesquisa “Escolha Estadão PME 2017 – Os melhores fornecedores do Brasil”. O estudo, realizado pelo jornal O Estado de São Paulo em parceria com a HSR Specialist Researchers, listou os fornecedores que possuem o melhor relacionamento com as pequenas e médias empresas, em 25 categorias.
Nesta edição, foram analisadas as respostas de mais de 1.500 pequenas e médias empresas de todo o Brasil entre 22 de março e 12 de maio. Os dados coletados passaram por tratamento estatístico de ponderação, com o intuito de garantir a real participação de cada segmento por porte, área geográfica e setor de atividade (financeiro, seguradora, comunicação, bens de consumo semiduráveis e serviços). Entre os critérios que levaram a Avianca Brasil ao topo do ranking estão serviços, atendimento, preço e imagem. 
“Este reconhecimento nos inspira e nos motiva. Não medimos esforços para prestar ao cliente o melhor atendimento da aviação comercial brasileira. É gratificante sermos eleitos a melhor aérea por empresários de pequenas e médias empresas. Aprimorar cada vez mais nossos serviços é um desafio constante”, destacou Tarcísio Gargioni, vice-presidente da Avianca Brasil.


Jornal de Turismo

777-300ER da Swiss

STF mantém decisão que obriga União a indenizar massa falida da Varig

foto:Alexandre Barros

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (3) manter a decisão que condenou a União a indenizar a massa falida da empresa aérea Varig em aproximadamente R$ 3 bilhões. Na sessão desta tarde, a Corte rejeitou um recurso apresentado pela Advocacia-Geral da União (AGU) para que supostas contradições fossem corrigidas na decisão, tomada pelos ministros em 2014. 
A massa falida de uma empresa é formada no momento em que é decretada a falência e consiste no acervo do ativo e passivo de bens do falido. O caso tramita na Justiça há mais de 20 anos e trata do congelamento de preços imposto para conter a inflação, durante a vigência do Plano Cruzado, entre 1985 e 1992.
A forma de execução da indenização ainda não foi definida pelo Supremo. A Varig alegou que a medida causou prejuízos financeiros à empresa, como a dilapidação de seu patrimônio e pediu a indenização, que foi concedida pelo STF.
O valor que for recebido deverá ser usado para pagar dívidas trabalhistas do fundo de pensão Aerus, formado por ex-funcionários da empresa que buscam o recebimento dos valores desde a falência da Varig.

Fonte :Istoe Dinheiro

terça-feira, 27 de junho de 2017

Fundador da Gol: reunião com peemedebistas foi para aval a propina,Empresário diz ter se encontrado com Temer após acerto com Cunha; presidente nega que soubesse de acordo


 O empresário Henrique Constantino, um dos fundadores da Gol Linhas Aéreas, relatou a procuradores da República em Brasília que o presidente Michel Temer avalizou uma contribuição ilegal de R$ 10 milhões de suas empresas a políticos do PMDB e a campanhas em 2012, na época em que era vice-presidente.
Em seu relato, confirmado ao jornal O Globo por duas pessoas com acesso às negociações, Constantino conta que fez o acerto com o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que então o teria levado a Temer para validar o acordo. No entanto, disse o empresário, Cunha não falou sobre propina na presença de Temer, mas sobre o compromisso do seu grupo de empresas de apoiar o partido e o grupo político do vice-presidente — o que, segundo Constantino, foi entendido como uma forma de avalizar os pagamentos.
Além de Cunha e Temer, o ex-deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) também teria participado do encontro, que não consta da agenda oficial da Vice-Presidência da República. Constantino tenta há meses celebrar um acordo de colaboração premiada.
O jornal O Globo perguntou à assessoria de Temer por que o encontro citado por Henrique Constantino não consta de sua agenda oficial, mas ele não respondeu. Também não disse se, de fato, encontrou-se com o empresário, como ele alega. Por meio de sua assessoria, Temer disse “jamais saber que Eduardo Cunha tenha feito qualquer tipo de acordo com Henrique Constantino”.
Os R$ 10 milhões referidos na delação teriam sido pagos depois do encontro, como contrapartida a uma série de solicitações do Grupo Comporte — que pertence à família Constantino — no governo federal e do Distrito Federal, que à época tinha como vice-governador Tadeu Filippelli (PMDB), também beneficiado pelos pagamentos, segundo o empresário.
Negociação começou em 2016
No pacote estariam a inclusão de empresas do setor de transportes na política de desoneração de folha de pagamento de funcionários — implantada a partir de 2011 e objeto de leis relacionadas a ela nos meses seguintes —, e também a desoneração do ICMS do querosene de avião no Distrito Federal, aprovada em abril de 2013. O pacote considerava, ainda, pagamentos destinados à campanha de Gabriel Chalita à prefeitura de São Paulo em 2012, conforme publicado pela Folha de S.Paulo, e facilitação no acesso a dinheiro do Fundo de Investimentos do FGTS (FI-FGTS), controlado por diretorias da Caixa Econômica e sob a tutela do PMDB. Temer era o principal cabo eleitoral de Chalita, mas nega ter pedido “apoio financeiro à campanha”.
Segundo Constantino, o pagamento de propina ocorreu por meio de contas e empresas indicadas por Eduardo Cunha, Henrique Alves, o operador Lúcio Funaro e Filippelli. Outros políticos do PMDB também foram citados pelo empresário. Pelo menos R$ 1 milhão destinados a Filippelli teriam sido pagos ao escritório Alcoforado Advogados Associados, de Brasília.
A negociação da colaboração premiada de Henrique Constantino começou no fim do ano passado com os procuradores da Lava-Jato em Curitiba, onde ele era investigado por pagamentos de suas empresas a Cunha. Depois de citar pessoas com foro privilegiado nas negociações, o caso subiu para a Procuradoria-Geral da República (PGR).
O ex-vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da Caixa, Fábio Cleto, assumiu em acordo de colaboração ter recebido propina para liberar um aporte de R$ 300 milhões do FI-FGTS para a Via Rondon, uma das empresas da família Constantino.
Em dezembro do ano passado, a Gol Linhas Aéreas assinou um acordo de leniência com o Ministério Público Federal (MPF) no valor de R$ 12 milhões e assumiu crimes praticados pela empresa. Agora, o empresário busca se livrar de novas investigações na condição de pessoa física. Um dos pontos de entrave na negociação é a definição da multa a ser paga por ele como forma de compensação pelos crimes.
No início deste mês, Eduardo Cunha protocolou na 10ª Vara Federal de Brasília novas perguntas endereçadas a Temer, no âmbito do processo em que é investigado por corrupção no FI-FGTS. Entre elas, estão questões citando o relacionamento do presidente com Constantino, recebimentos de vantagens por empresas do grupo liderado pelo empresário e supostos pagamentos a campanhas do PMDB. “Vossa Excelência conhece Henrique Constantino? Esteve alguma vez com ele? Qual foi o tema? Tinha a ver com algum assunto ligado ao financiamento do FI-FGTS?”, pergunta Cunha a Temer.
O ex-deputado questionou se o político tinha conhecimento sobre doações das empresas do fundador da Gol a campanhas do PMDB. “Alguma delas fez doação para a campanha de Gabriel Chalita em 2012?”, perguntou. “Se positiva a resposta, houve a sua participação? Estava vinculada à liberação desses recursos da Caixa no FI-FGTS?”, completou.
Os advogados de Eduardo Cunha, Henrique Eduardo Alves e Lúcio Funaro não quiseram comentar as acusações. O escritório Alcoforado Advogados Associados informou não haver registro de pagamentos de empresas ligadas a Constantino. Gabriel Chalita argumenta que recursos da eleição municipal de São Paulo “vieram do PMDB nacional, que se responsabilizou pela arrecadação”. A assessoria de Henrique Constantino informou que ele “está à disposição das autoridades para o total esclarecimento dos fatos”.
Fonte - http://epocanegocios.globo.com/Brasil/noticia/2017/06/fundador-da-gol-reuniao-com-peemedebistas-foi-para-aval-propina.html

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

ATR72-600 da Air Vanuatu

vídeo lançado pela Air Vanuatu dá uma visão geral de alta velocidade da construção de um novo avião ATR72-600 turbopropulsor,

AIR INDIA SEGUE AS COMPANHIAS AÉREAS MEMBROS DA STAR ALLIANCE NO TERMINAL 2 DE HEATHROW / TERMINAL DA RAINHA


A Air India, companhia aérea membro da Star Alliance, transferiu com sucesso suas operações no Aeroporto de Heathrow, em Londres, do Terminal 4 para o Terminal 2, o lar da Star Alliance. A companhia nacional da Índia opera até oito voos diários de e para Heathrow com suas aeronaves Boeing 777 ou Boeing 787 Dreamliner e tem servido Londres há cerca de 70 anos. Atualmente, oferece dois voos diários para Delhi, um diário para Mumbai, quatro semanais para Ahmedabad e três semanais para Newark (Nova York).
"Com 24 de nossas companhias aéreas afiliadas voando para Heathrow, o aeroporto é servido pelo maior número de empresas da Star Alliance todos os aeroportos do mundo onde a rede atua. Dessa forma, nossa estratégia de longo prazo para Heathrow é sempre alocar nossas afiliadas sob o mesmo teto. Com a mudança bem-sucedida da Air India para o Queen´s Terminal (Terminal 2), agora realizamos isso", disse o CEO da  Star Alliance, Jeffrey Goh.
Em comparação com o Terminal 4, a disposição e concepção do check-in no Terminal 2 permite aos clientes ter maior controle sobre sua viagem. Isso tem sido possível por meio de uma combinação do aumento dos check-ins automatizados e comuns. Os passageiros que não fizeram o check-in online podem fazê-lo em um dos 81 balcões disponíveis no Terminal 2. Também é possível imprimir os cartões de embarque e as etiquetas de bagagens. Após o check-in, os passageiros da Air India podem despachar as malas nos guichês da Zona D. Clientes que demandam assistência adicional ou viajam na Primeira Classe, Classe Executiva ou possuem o status de Star Alliance Gold também vão encontrar os respectivos guichês na Zona D.
Os passageiros da Air India voando na Primeira Classe ou na Executiva ou que são portadores do Star Alliance Gold podem usar um dos quatro lounges operados pelos membros da Star Alliance no Terminal 2: Air Canada, Lufthansa, Singapore Airlines e United.

“Desde que começamos as operações no Terminal 2 de Heathrow, temos recebido um retorno positivo dos passageiros sobre a novidade. Temos certeza que os cerca de 1 mil passageiros da Air India que utilizarão o Terminal 2 todo dia perceberão uma melhora significativa em suas experiência de viagem”, afirmou Goh. “Isto irá acontecer com as centenas de viajantes que fazem conexão entre a Air India e outras companhias aéreas da Star Alliance via Heathrow diariamente. Agora, eles podem fazer isso com conforto em apenas um terminal, sem a necessidade de utilizar ônibus para essa transferência no aeroporto”, acrescentou.
A ideia de ter todas as companhias aéreas membros da Star Alliance operando no mesmo terminal em Heathrow surgiu com o operador do aeroporto há mais de uma década e tornou-se realidade quando o Terminal 2 - Terminal da Rainha foi inaugurado, em junho de 2014. Entre a inauguração e outubro de 2014, 23 afiliadas da Star Alliance transferiram-se para o Terminal 2. A Air India tornou-se membro da Aliança no mesmo ano e, desde então, trabalhou para adaptar seu processo ao conceito docheck-in oferecido no Terminal 2.  
A operação a partir de apenas um terminal em Heathrow garante que as companhias aéreas afiliadas da Star Alliance proporcionem aos 12 milhões de passageiros anuais dessas empresas uma melhor experiência de viagem, incluindo conexões mais rápidas. Novas tecnologias são usadas em todo terminal para propiciar aos passageiros mais controle sobre suas viagens.
As empresas aéreas membros da Aliança que atuam em Heathrow são Aegean Airlines, Air Canada, Air China, Air India, Air New Zealand, ANA, Asiana Airlines, Austrian, Avianca, Brussels Airlines, Croatia Airlines, EGYPTAIR, Ethiopian Airlines, EVA Air, LOT Polish Airlines, Lufthansa, Scandinavian Airlines, Singapore Airlines, South African Airways, SWISS, TAP Portugal, Turkish Airlines, THAI e United. Juntas, elas operam mais de 117 voos por dia para 44 destinos em 27 países a partir de Heathrow. Cada um desses voos permite acesso à rede da Aliança superior a 18.450 voos diários para 1.300 aeroportos em 190 países.

Latam anuncia novos voos domésticos em Belo Horizonte/Confins


A Latam Brasil inicia as vendas de passagens aéreas para seus novos voos domésticos com origem ou destino no aeroporto de Belo Horizonte/Confins. Todas as novas rotas serão operadas por aeronaves Airbus A319 e A320.
As passagens aéreas para as novas rotas já estão disponíveis no site e em outros canais de venda, como as agências de viagem parceiras e as lojas da Latam Travel. Todas as operações terão início em 27 de março deste ano.
A partir desta data, a companhia vai operar a rota Belo Horizonte/Confins – Vitória diariamente com voos diretos de ida e volta entre as duas capitais. Em ambos os sentidos, o voo terá duração média de 1 hora e 5 minutos.
Adicionalmente, aos sábados e domingos, a companhia vai operar voos de ida e volta na rota Belo Horizonte/Confins – Salvador. Exclusivamente aos sábados, serão operados ainda voos de ida e volta na rota Belo Horizonte – Fortaleza.

Atualmente, a Latam opera diariamente outros 45 voos domésticos regulares na localidade com destino aos aeroportos do Rio de Janeiro (Galeão e Santos Dumont), de São Paulo (Congonhas e Guarulhos), Brasília, Recife e Porto Seguro.

fonte:brasilturis

RYANAIR TAMBÉM ‘SOBE A PARADA’ EM BARCELONA. PRÓXIMO OBJECTIVO: 7,1 MILHÕES DE PASSAGEIROS


Poucas horas depois de anunciar um reforço das suas operações em Madrid, avançando com o objectivo de chegar a 6,7 milhões de passageiros por ano, a low cost Ryanair avançou com idêntica estratégia para Barcelona, segundo maior aeroporto espanhol, indicando que neste caso o seu objectivo é 7,1 milhões de passageiros por ano.
Tal como em Madrid, coube ao director de Marketing, Kenny Jacobs, avançar as novidades para Barcelona, entre as quais a introdução de novas rotas para Cracóvia, Luxemburgo, Praga e Veneza, bem como passar de sazonal no Verão a anual as rrotas de Bruxelas Charleroi e Nápoles e aumentar a frequência de voos nas rotas de Bolonha, Budapeste, Gran Canária, Ibiza, Málaga, Palma e Tenerife, passando a contar com 386 voos por semana em 45 rotas.
Dados da AENA, gestora dos aeroportos espanhóis, recolhidos pelo PressTUR mostram que a Ryanair, embora sendo a maior companhia em Espanha, com 39,836 milhões de passageiros em 2016 (+13,4% ou mais 4,69 milhões que em 2015), não é líder nem em Madrid nem em Barcelona.
A nº 1 em Madrid é a Iberia, com 13,59 milhões de passageiros em 2016, seguida pela Air Europa, com 7,565 milhões, pela Ryanair, com 6,129 milhões, a Iberia Express (subsidiária da Iberia), com 4,415 milhões), e a Air Nostrum, franchisada da Iberia para voos regionais, com 2,996 milhões.
No Aeroporto de Barcelona, a nº 1 é a Vueling, low cost do IAG de que fazem parte a British Airways e a Iberia, seguida pela Ryanair, com 6,783 milhões, a easyJet, com 2,799 milhões, sem contar com 400 da sua subsidiária easyJet Switzerland), a Lufthansa, com 1,4 milhões, e a Air Europa, com 1,28 milhões).

TAP permite alteração de viagem a quem enfrenta restrições dos EUA


A TAP anunciou hoje que os clientes com bilhetes para os EUA, ou com escala no país, abrangidas pelas restrições de entrada podem alterar a viagem para outra data ou outro destino e pedir o reembolso.Numa nota aos clientes, a companhia aérea alerta para "os clientes com bilhetes para os Estados Unidos da América [EUA], ou com escala neste país, para a nova política de imigração dos EUA, que poderá ser verificada junto da respetiva Embaixada ou Consulado", realçando que "a entrada passageiros com passaportes emitidos na Líbia, Irão, Iraque, Somália, Sudão, Síria e Iémen estará restrita até dia 27 de abril de 2017, inclusive".
"Caso seja abrangido por esta política e tenha adquirido bilhetes para os EUA ou com escala neste país, emitidos pela TAP até dia 01 de fevereiro de 2017, poderá contactar a central de reservas da TAP e proceder à alteração dos mesmos para viajar numa data posterior à restrição acima indicada e até 01 de fevereiro de 2018, sem qualquer custo, dentro da mesma classe de reserva -- Económica ou Executiva -- e de acordo com a disponibilidade de lugares nos voos", refere a transportadora liderada por Fernando Pinto.
Em alternativa, a TAP possibilita ainda "a alteração da viagem para outro destino sem taxa de remarcação, dentro dos períodos indicados, aplicando-se, caso exista, o pagamento de diferença tarifária".A TAP permite ainda o reembolso do respetivo bilhete ou a emissão de um 'travel voucher' (vale-viagem) no mesmo valor.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, suspendeu e impôs restrições à entrada no país de refugiados e imigrantes provenientes de sete países, através de decreto sobre a "proteção da nação contra a entrada de terroristas estrangeiros nos EUA", que entrou em vigor na sexta-feira.

A ordem executiva proíbe durante 90 dias a entrada nos Estados Unidos de cidadãos de sete países considerados de risco por Washington: o Iraque, o Irão, o Iémen, a Líbia, o Sudão e a Somália

Gol aprova empréstimo de US$ 50 milhões da Delta Air Lines

O Conselho de Administração da Gol, em reunião realizada nesta terça-feira, 31, aprovou a inclusão de um contrato de empréstimo da Gol Linhas Aéreas com a Delta Air Lines, no valor de US$ 50 milhões.
O contrato tem vencimento em 31 de dezembro de 2020. O empréstimo será incluído em um contrato de reembolso celebrado em 2015 entre a Gol, a Delta e o Citibank, que é o agente de garantia da operação.
Além disso, o contrato de penhor de ações, bens e direitos creditórios, também celebrado em 2015, será aditado para inclusão deste empréstimo. A Gol ainda emitirá um nota promissória no valor de US$ 60 milhões, vinculada ao contrato de reembolso.
O conselho aprovou também o Plano de Negócios de Longo Prazo da Gol, mas a ata da reunião não traz maiores detalhes sobre este plano.

EMBRAER em alta! Jatos executivos ficam 32% mais caros e BTG recomenda compra

  A Embraer está ganhando cada vez mais espaço no mercado de jatos executivos, e os preços das aeronaves chamaram a atenção do mercado fina...